Durante o tratamento

Quimioterapia: apoio emocional faz parte do cuidado

Entrar em quimioterapia é entrar em outra rotina. O corpo cansa, a queda de cabelo marca o calendário social, o paladar muda, o humor oscila. Cuidar do emocional é parte do tratamento — não um luxo.

Silhueta em aquarela de um grupo de mulheres em conversa

O impacto emocional que pouco se nomeia

  • Cansaço que não passa com o sono.
  • Sentir-se 'paciente' o tempo inteiro — perda do papel de mulher, mãe, profissional.
  • Mudanças de humor que assustam quem está em volta.
  • Sensação de pausa na própria vida.
  • Solidão dentro de uma agenda cheia de consultas.

Por que o grupo durante o tratamento

Compartilhar a experiência da quimioterapia com outras mulheres em momento parecido reduz a sensação de excepcionalidade. Truques de cuidado, descobertas de produtos, formas de conversar com a família — tudo isso circula entre as participantes.

Cuidado integrado

O PAPO complementa — não substitui — o acompanhamento médico e psicoterapêutico individual. É um espaço a mais de cuidado, com a especificidade da escuta entre pares.

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